terça-feira, 23 de junho de 2009

Vestido de Noiva


Na última sexta-feira fui com a Norma e a Dn. Mimosa na Nuance a fim de comprar os tecidos para a confecção do meu vestido de noiva. No ano passado Eu e Robert viajamos de férias à Portugal; antes da viagem tratei de percorrer as principais lojas do Rio para pesquisar as rendas. Vi muita variadade, mas sabia o que eu queria, então resolvi deixar pra ver se achava algo em Lisboa que me encantasse.
Dito e feito! Na 2a ou 3a loja me encantei com um tule bordado divino. Não era exatamente uma renda, mas desde o início senti que não seria uma noiva "rendada" e sim "bordada". O bordado tinha todas as características que eu necessitava para compôr o modelo criado por mim. Fiquei hesitante, mas algo dentro de mim dizia que aquele era o bordado. Robert tonto com minha decisão impetuosa não teve tempo de tentar me convencer a procurar mais um pouco. Que bom!
Com tule bordado em riste chegamos à Nuance. Em pouco tempo estávamos as 3, cercadas por gazares de sêda, crepes chanel, crepes dior; em diversas tonalidades de branco e off-white ( nunca imaginei que pudesse haver tantas tonalidades de branco!). Foi delicioso!
Momento mágico mesmo foi ver o modelista desenhando o que ali ,Eu e Dn Mimosa, tentávamos traduzir em palavras. Idéias que surgiram aos poucos, após dezenas de folheadas em revistas de noivas e da compreensão telepática da Dn Mimosa, uma portuguesa, com certeza, e muitíssimo talentosa.
Desde o início sabia que tipo de noiva queria ser: uma mistura de clássica com romântica, ou seja, estilo princesa de conto de fadas mesmo. Mas é claro com a maturidade de um rainha...rsrsr...afinal aos 31 anos ninguém é mais princesa...

quinta-feira, 11 de junho de 2009

O Casamento Celta


Este é o primeiro artigo de uma série em que pretendo abordar o casamento em várias culturas. Em todas marcado pela importância social do momento, unindo valores religiosos e culturais através dos tempos.

O casamento celta é celebrado ao ar livre, sempre próximo à natureza, cultivando a união e o amor. É baseado em antigos rituais dos povos indo-germânicos, respeitando qualquer crença e sendo realizada por um ritualista, que traça um perfil dos noivos para então estruturar a cerimônia o que a torna singular para cada casal.

A cerimônia é dividida em 9 momentos; interessante, já que o nove é um número iniciático, especialmente espiritualmente; coincidentemente estamos no ano de 2009. Bem fosforilações a parte antes que o Roberto vete esta enrolação básica... O primeiro momento se dá quando o noivo entra pelo caminho principal, onde ele fica aguardando a noiva no chamado ponto de união, um local demarcado por uma mandala de flores e pétalas. A seguir o casal vai até a mesa cerimonial e realiza a purificação, lavando as mãos com água e sal grosso. Então se viram de frente para os convidados e aguardam a entrada do dagdas ( pessoas escolhidas pelos noivos para as bençãos) e dos padrinhos, que entram trazendo as oferendas, objetos que representam os 4 elementos da natureza- terra, fogo,água e ar. Os noivos recitam declarações de amor feitas previamente e há música para cada momento(neste ponto não está muito longe do nosso). O ponto alto da cerimônia é a troca de alianças, que são levadas pelas mães do casal (que lindo!). Há também durante o evento várias homenagens prestadas por parentes e amigos ao casal. Os trajes dos noivos são batas, vestidos confortáveis ao estilo medieval, mas não há rigidez quanto a isto , o que vale é respeitar o estilo de cada casal.

domingo, 24 de maio de 2009

A origem do buquê e porque Maio é o mês das noivas


De acordo com relatos vindos da Idade Média, a razão original de maio ser o mês das noivas não é muito romântica.

Reza a lenda que, nesse período, o banho era hábito ainda mais incomum para os europeus do que hoje em dia. Justificado pelos invernos rigorosos e à falta de água canalizada. Como em maio dava-se inicio a primavera, com temperaturas mais amenas, tornou-se o mês optativo para que as pessoas realizassem seus rituais de higiene. No mês seguinte, junho, celebravam então os casamentos, com a chegada do verão. Esses calendários de banhos e casamentos deram origem ao buquê dce noiva. Banhos anuais em maio e casamentos só em junho propiciavam mau cheiro às noivas. A saída foi criar o hábito de levar flores e ervas aromáticas junto a si, para disfarçar o mau cheiro.

Por influência da Igreja Católica que associou a consagração de Maria, mãe de Cristo à comemoração do dia das mães, maio ficou sendo o mês de Maria e de todas as mães. Concluo que o objetivo quase que de toda noiva é a maternidade, unanime entre as noivas católica, já que o objetivo do casamento é " crescei e mutiplicai-vos", portanto mas do que justo que maio seja o mês das noivas.

De acordo com o IBGE, atualmente, o mês que mais se realiza casamentos no Brasil é dezembro. Mudança esta de natureza prática e econômica , já que trata-se do mês do 13 salário e quando melhor se conjuga as férias.

Na prática, o que percebemos é que o mês mais procurado pelas noivas cariocas é setembro, talvez pelo romântismo que inspira a primavera e a maior oferta de flores, com variedade e melhores preços. Originalmente pretendíamos casar em setembro, já que costumamos tirar férias em outubro, mas quando marcamos nosso casamento(1 ano e meio de antecedência) já não mais havia vaga para o horário que queríamos no último sábado de setembro. Acabamos optando por outubro, escolhemos o último final de semana pela proximidade com o feriado na segunda-feira(02/11), o que facilitará a vinda de vários parentes do Roberto de São Paulo.

A Origem da Lua de Mel


Há duas versões sobre a origem da expressão Lua de Mel, não sei qual é a verdadeira. Se alguém souber por favor nos informe.
Na época não se tratava de uma linda noite de amor após a união do casal como acontece hoje, mas sim da captura de uma mulher por um homem apaixonado. E muitas vezes contra a vontade da futura noiva. Depois de capturar a moça, o noivo a escondia por um mês, de uma lua cheia a outra, em um lugar afastado. Durante este período, bebiam uma mistura afrodisíaca, adocicada com muito mel, até que ela se rendesse aos braços apaixonados do futuro noivo. Daí o nome "lua-de-mel".
A outra diz que a lua-de-mel tem origem em Roma: os convidados pingavam gotas de mel na porta de entrada da casa dos noivos, para que estes tivessem uma “vida doce”.


Bom, com certeza nossa Lua-de-Mel não será um rapto contra a minha vontade, mas espero sim que seja um belo rapto à felicidade.


Lua-de-mel





Ontem praticamente fechamos a parte principal da lua-de-mel. Os bilhetes para Itália estão comprados e já definimos o roteiro, que começará por Milão e terminará em Nápoles, passando por Gênova, Veneza, Florença e Roma. Dos lugares que eu, Roberto, já havia visitado, a Itália era o local que eu mais queria ver de novo. Como país foi o que mais me impressionou, apesar de existirem cidades em outras nações que, isoladamente, merecem muito uma visita. Estou ansioso por poder ver com outros olhos algo que conheci há mais de 10 anos. Obviamente, os mesmos monumentos, museus, igrejas etc estarão lá, mas o momento especial e a cabeça que tenho hoje são outros. A minha Nikon já está preparada para maratona a que será submetida e vou pra lá com muito espaço na memória para fotografar.