sábado, 19 de março de 2011

'A Cura da Terra através da Cura do Nascimento'

         "Hoje, a prioridade número um não é a de transformar a agropecuária, nem de moderar a emissão de gases do efeito estufa. É a de possibilitar o advento de outra variedade de Homo. Esta  variedade- o autêntico Homo sapiens- deverá ser capaz de inventar novas estratégias de sobrevivência num momento em que os limites do domínio da natureza se tornam óbvios. ...
           Se o planeta irá sustentar a vida no futuro, é preciso prepararmo-nos para uma mutação não genética iniciada pela necessidade, a razão e o conhecimento científico. Tal mutação não é utópica na era da cientificação do amor. Nós estamos aprendendo que a capacidade de amar se desenvolve através de uma grande corrente de experiências no início da vida, particularmente no período peri-natal. A forma pela qual nascem os bebês é o elo crítico da corrente, que é perturbado rotineiramente. Também se trata do elo através do qual é possível agir. ...
          É por isso que a atual industrialização do parto deverá se tornar a principal preocupação daqueles interessados no futuro da humanidade. Vamos sonhar com que o objetivo vital do Colégio Hygieia seja compartilhado por milhões de seres humanos dentro de décadas: ' A Cura da Terra através da Cura do Nascimento'."

trecho do livro " O Camponês e a Parteira" de  Michel Odent

domingo, 20 de fevereiro de 2011

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Chá de Princesas

      A Valentina ainda nem nasceu mas eu já estou sonhando com as festinhas de aniversário lindas que quero preparar para ela!
      Francamente acho um horror aquelas festas de aniversário em casas de festas enormes, que diga-se de passagem proliferam mais que brotoeja pela cidade. Não sei o que é pior: a comida, as mesas decoradas de péssimo gosto ou o "animador'" infantil que parece ter engolido um gravador. O transtorno é tanto que saio delas até meio tonta- estratégia: chegar bem perto da hora do parabéns e assim encurtar o sofrimento. Afinal de contas ser mãe é padecer no paraíso e não no inferno! 
      Pensando nisto andei olhando alternativas criativas de decoração para festas caseiras- que na minha opinião são as melhores- com muito brigadeiro, cajuzinho e olho de sogra!










ps: só falta saber se ela vai gostar!

domingo, 9 de janeiro de 2011

Gravidez e Atividade Física

               Quando engravidei tive a doce ilusão de que quase nada em minha vida iria mudar. Mas foram só os enjoos começarem e percebi que o meu mundo viraria de ponta cabeça. Fiquei muito frustrada por ter que diminuir o ritmo, trabalhar menos,sair menos, me exercitar menos. Ao mesmo tempo comecei a me dar conta da magnitude da mudança que estava para acontecer em minha vida e que diminuir o ritmo seria importante pra mim. Engravidar não é só mudar de forma física,mas é uma surpreendente maneira de rever a vida e as decisões tomadas. É uma viagem que pode ser pronfunda e reveladora.

 Depois que li este artigo da revsita O2, escrito pelo treinador Nuno Cobra, retomei coragem para recomeçar a me movimentar.
   " Futuras Mamães.  
                             A caminhada e a corrida, de acordo com o momento cardiovascular de cada mulher, é a forma mais adequada para um parto bem-sucedido. Todos os meus filhos nasceram de parto natural, e a corrida, nos primeiros meses, e a caminhada, nos últimos, foram decisivas para que as mães deles tivesse mais resistência física e autoestima. Percebi também que a mãe, com o organismo mais preparado e com mais confiança, conseguia um parto mais rápido e absolutamente normal.
                            ...... A gestante tem de preparar o corpo para o parto desde os primeiros meses, e a caminhada é o primeiro passo porque fortalece de maneira inigualável coração, pulmões e principalmente a circulação sanguínea- que levará com mais facilidade os nutrientes ao bebê. A caminhada fortalece também os músculos da coxa e da pelve, facilitando o parto. Tudo acaba confluindo para um parto natural e tranquilo. É a mágica da natureza!....."
                                                (Nuno Cobra- Revista O2 edição de Jan/2011)
                             
                               

domingo, 28 de novembro de 2010