segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Dieta da Noiva


Toda noiva quer estar mais bonita do que nunca em seu casamento, para isso os cuidados de beleza podem começar meses antes do casamento. Estar com um corpinho de sílfide é o desejo de 9 entre 10 noivas. Todas acabam emagrecendo, seja através de dieta seja por causa da ansiedade que antecede o casamento. Pra ficar ainda melhor no meu vestido resolvi começar a dieta com uma certa antecedência. Já consegui emagrecer 6 Kg em 3 meses, mas ainda faltam alguns que tentarei eliminar nas próximas semanas. Depois da temporada de provas de doces , bolos, bem-casados, agora só falta definir o cardápio com o buffet. Menos mal, doces engordam muito mais. Confesso que não é nada fácil se manter em uma dieta por tanto tempo, porém não sinto mais a necessidade de doces e açúcar, o que é ótimo. Imaginei que a vida dos diabéticos fosse pior, mas existem ótimas opções diet; sinceramente hoje em dia não sei mais a diferença de um doce com açúcar para um sem. Agora lá em casa, gorda mesmo só a nossa gatinha de estimação, a Zaica!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Cores no Altar


Depois de escolhidas as madrinhas, vem a próxima decisão, ou melhor, a escolha das madrinhas pelas cores de seus vestidos. Para evitar cores repetidas no altar e não ficar parecendo até casamento americano , onde as madrinhas vestem roupas iguais, existe o costume de se combinar com a noiva a cor a ser usada no vestido. Cada uma tem a liberdade de escolher a cor que quiser e assim que escolher informa a noiva. Para facilitar vou fazer uma listinha aqui no blog.


Adriana Garcia : vinho uva
Stella: dourado
Andréa: verde musgo
Elaine: vinho cereja
Ellen: vermelho
Danielle: lilás

Mãe da noiva: Cinza chumbo
Mãe do noivo: Bege




domingo, 16 de agosto de 2009

Os amigos da dança de salão

De todas as turmas de que participei, a que mais me marcou foi a de quinta-feira, às 20:30h, no Jaime Arôxa de Botafogo (93). Eu e a Débora havíamos começado numa turma de sexta à noite e migramos para esta outra turma quando a primeira acabou. É uma turma de dança de salão. Mistura de jovens, idosos, bolsistas, médicos, dentistas, professores etc. Como qualquer turma de dança de salão, uma verdadeira comunhão de pessoas das mais diversas áreas que se encontram duas vezes por semana para desestressar, balançar o esqueleto, colocar o corpo em movimento, fazer uma terapia para o corpo, a mente e o espírito. No meu caso, é tudo isso e uma atividade lúdica também. É o momento em que dou asas à imaginação e gosto de criar dentro das regras de dança de salão que me são passadas. Fico impressionado como uma atividade corporal estimula tanto nossa mente o tempo inteiro. E com o tempo, o pensar a dança fica natural, fluido. O meu corpo responde prontamente aos comandos do cérebro, o hiato de tempo que existe entre a ordem que vem de cima e a execução de braços, pernas e tronco fica menor.
Mas, voltando a nossa ex-turma. Acabamos saindo porque a Débora estava com dificuldade de cumprir os horários. Achei melhor sair porque da maneira que estava me estressava muito. E dançar não é isso...A Débora saiu de vez e eu segui o meu caminho na escola, em outras turmas de salsa e samba/forró. Mas, a curiosidade dos colegas daquela turam com o que havia acontecido conosco continuava. Sinal de que marcamos nossa passagem de alguma forma. Muitos, inclusive o casal de professores, perguntavam o que havia acontecido. Mas, foi somente há pouco tempo, que uma aluna, a Rowena, se lembrou que tinha guardado meu email e fez contato. "Onde vcs estão?", "Estão todos perguntando por vcs". Três meses haviam passado, o casal de professores - Marco e Elaine - tinha se casado e eu havia mudado de ritmo. Mas, a amizade continuava lá. Naquele pedacinho de chão, no espaço da escola, todas as terças e quintas, onde havíamos dançado juntos por tanto tempo. Ontem foi a confraterniazação da turma. De pronto, havia confirmado nossa presença e quando nos encontramos novamente, tudo foi festa. Colocamos o papo em dia, falamos de tango, hábitos de vida, alimentação, experiências de vida, um pouco de trabalho... Nada daquela conversa chata de médicos, apesar de vários deles estarem na mesa. Mas, eram todos com uma coisa em comum: o prazer de dançar.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

As Madrinhas da Noiva


Feitos os convites para a honraria de ser padrinho ou madrinha a um amigo ou familiar querido, ficamos surpresos com as reações, que foram as mais diferentes, mas todas cheias de muito afeto e alegria.
Quanto às minhas madrinhas queridas tenho muito a dizer, o quanto são especiais em minha vida e o quanto fazem parte do que eu sou. A primeira amiga que intimei para esta função foi a minha grande amiga Elaine. Além do meu profundo apreço pela pessoa determinada , admirável e amorável que ela é, é fato que ela acompanhou uma boa parte dos capítulos da minha vida amorosa até os dias atuais, sempre com bons conselhos e uma escuta sincera e ponderada. Ou seja uma amiga que qualquer mulher solteira deveria ter. Portanto esta conquista também é um pouquinho de cada um que ,em meu caminho, contribuiu de alguma forma para que eu me tornasse uma pessoa melhor. Outro detalhe: a Elaine ganhou certo reconhecimento durante a faculdade por não ser uma "festeira muito assídua", diante do risco que eu corria, preferi colocá-la no altar e garantir a sua concorridíssima presença. Afinal não seria a mesma coisa sem ela!
Como sou filha única, tive as minhas vivências de ter irmãs com as minhas primas mais próximas :Andréa, uma irmã mais velha, que às vezes parece mais nova, com quem compartilho a sensibilidade musical, a alma de artista, a determinação e a coragem para buscar os próprios sonhos, além é claro do amor pelo seu filhote, o Murilo, que é meu afilhadinho e do Roberto. Que confiança hein! Fiquei contente, pois no fim das contas, eu como filha única, nem pra titia ficaria!rsrs . Nas minhas lembranças mais remotas a Déia sempre está com um livro estudando. Eu ficava admirada e não entendia como ela conseguia ficar tanto tempo estudando. Ficava ali compenetrada , quase alheia ao mundo ao redor; mais um motivo para que eu ficasse ali só olhando como que querendo descobrir qual seria o segredo. Não foram só rosas passamos por momentos difíceis e foram justamente estes momentos que nos aproximaram sobremaneira e nos tornaram ainda mais cúmplices e companheiras.
Adriana, também cerca de uns 10 anos mais velha. Eu era a irmã pirralha que queria mexer nas suas coisas , comer seus doces, usar seus batons, etc. Mas minha tia , que como ótima mãe substituta, fez seu papel direitinho para me proteger das irmãs mais velhas, e contribuiu para que hoje eu fosse esse dengo só, que o Roberto parece se perguntar de onde surgiu tanto mimo: me protegia com unhas e dentes e ai de quem encostasse um dedinho em mim. Sempre me lembro da Adriana inventando mil coisas, ainda adolescente aproveitava seus dotes artísticos para lhe trazer algum rendimento. Pintava camisas lindas que faziam o maior sucesso, confeitava bolos, criava bijus, etc. Até hoje é ela quem dá as opiniões sobre roupa , maquiagem, sapato, o que combina com o que. Além de adorar uma festa é claro. Planejar festa e botar todo mundo pra trabalhar é com ela mesmo.
Stella, minha prima paterna, nascemos no mesmo ano, com 3 meses de diferença apenas. É fácil folheando os albuns de fotografia se deparar com fotos nossas com roupinhas combinantes, de modelinho igual e cor diferente. Ciúme, havia sempre, qual a criança que não acha que o do outro é melhor? Vivenciamos as mesmas fases, trocamos segredos, não com tanta frequência, pois ficávamos mais próximas apenas nas férias escolares, quando eu praticamente me mudava de mala e cuia pra sua casa, pra desespero dos nossos pais. Brincamos e brigamos muito. Brigas de criança, mas no final o que queríamos mesmo era aquela festa que aprontávamos. Queriamos no carnaval que a vovó fizesse uma fantasia combinando para todos, inventávamos brincadeiras, adorávamos passar fins de semana na casa da vovó, com o vovô sempre mostrando algo interessante pra nós. Fazíamos daquele imenso quintal de terra tudo que a nossa imaginação mandasse, sempre com o estímulo alegre e acolhedor da vovó, que pra tudo tinha um jeito. Criávamos campos de golfe, vias movimentadas, casas imaginárias e coleções de bolo de terra (tudo fresquinho..rsrs).
Agora é só esperar para curtí-las no altar!

sábado, 8 de agosto de 2009

Anel na mão esquerda


Esta descobri lendo o livro "Michelangelo e o Teto do Papa". Obviamente, já devem ter percebido que o livro é sobre Michelangelo. Mas, um dos grandes rivais de Michelangelo (o outro era da Vinci) foi Rafael. A princípio Rafael não era casado, mas posteriormente descobriu-se que ele poderia ter se casado em segredo, a partir de uma pintura escondida, que mostrava uma noiva sua com o anel na mão esquerda. Acreditava-se que no quarto dedo da mão esquerda, escondia-se uma veia - veia amoris - que passava diretamente deste dedo ao coração.

Roberto